Coworking. Minha experiência em um escritório compartilhado

Coworking. Minha experiência em um escritório compartilhado

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2016 começou. E começou com tudo!

Logo depois da festança de Ano Novo, eu e mais dois amigos blogueiros profissionais, a Ana do ItaliAna e o Antônio do Retrip, nos reunimos aqui na cidade da garoa pra elaborarmos as estratégias dos nossos blogs. Isso mesmo, blogar é uma das nossas atividades profissionais e pra que ela seja bem-sucedida, ela precisa ter estratégia.

Los tres amigos!
Los tres amigos!

A gente queria se ver e trocar figurinha pessoalmente, mas a Ana mora no interior de São Paulo, o Tony em Minas e minha casa é bem fora de mão. Céus, onde a gente se encontraria? Dois dias de trabalho árduo não daria pra acontecer em uma cafeteria. Então, uma luz se acendeu. Um coworking.

Você já ouviu falar dos coworkings? São espaços de trabalho (muitas vezes são casas) com estrutura de escritório (mesas, cadeiras, wifi, cozinha, secretária) compartilhados por profissionais autônomos e pequenas empresas.

Blocktime Coworking
É um escritório de verdade, só que compartilhado.

Minha relação com esses escritórios compartilhados é mais antiga. Desde o final de 2013 que eu venho namorando esses espaços colaborativos de trabalho. Na verdade, eu sou uma super entusiasta da economia compartilhada: de casas, de carros, de roupas e, por que não, de escritório de trabalho. Gênio! Gênio o cara que teve essa ideia!

Voltando à minha história. Em 2014, como vocês sabem, eu sai um pouquinho de circulação, e fui fazer minha viagem sabática (ui!). E quando voltei, disposta a enfrentar o mercado de trabalho own my own, retomei o namoro.

Durante o ano de 2015, visitei vários coworkings aqui em São Paulo e gostei muito, muito mesmo do Blocktime Coworking. Gostei do espaço, do atendimento, dos empreendedores que trabalham lá e da localização (pertinho do metrô Sumaré, em Pinheiros, meu bairro do <3).

Blocktime Coworking_Fachada
O Blocktime é essa casinha azul charmosa. Foto: Blocktime Coworking

Então, quando tivemos essa ideia brilhante de fazer nossa reunião de planejamento estratégico bloguístico (chics!) em um escritório compartilhado, pensei imediatamente no Blocktime.

Liguei pro João, um dos sócios do espaço, que eu conheci quando visitei a casa na primeira vez, contei a ele nossa aventura, e qual não foi a minha surpresa quando ouvi o entusiasmo na voz dele. “Excelente”, ele falou. “Venham, vamos adorar ter vocês aqui”.

Blocktime Coworking

E nós fomos! Fomos super-heróis na Blocktime por dois dias. Super-heróis? Sim, super-herois! Porque é assim que você se sente lá dentro na companhia do Homem-Aranha, do Hulk. Super homem e super mulheres em ação!

Blocktime Coworking super herois
Super herois na Blocktime Coworking.

Quem nos recebeu foi a fofíssima da Kailana, que eu também já conhecia, e ela fez um tour pela casa toda com a gente. É uma casa mesmo não muito grande e bem aconchegante: o andar térreo, o primeiro andar e um subsolo que tem saída pra rua também.

Blocktime Coworking
Ana, Kailana e eu

A decoração temática ajuda a descontrair o ambiente e, ao mesmo tempo, inspira a gente que tá lá. Estávamos nós conversando e caminhando pelo espaço, quando: “ei, olha ali um bonequinho do Homem de Ferro”. Passamos dois dias na sala Iron Man, isso mesmo, as salas de reunião e privativas têm nomes de super-herois também.

Blocktime Coworking
Sala Huck

No primeiro andar, ficam as salas de reunião e salas privativas (pra pequenas empresas alugarem). A área compartilhada de trabalho fica mesmo no térreo, e ela está dividida em dois espaços pra 8 pessoas cada um. A Kailana fica bem em uma mesa entre esses dois espaços e, por isso, ela consegue atender todo mundo rapidamente.

Blocktime Coworking
Exemplo de uma sala privativa
Blocktime Coworking
Blocktime Coworking- Recepção e mesas compartilhadas. Foto: Blocktime Coworking

A cozinha comunitária, que tem micro-ondas, geladeira e uma mesinha e também fica no térreo. E é lá que o pessoal se encontra à tarde pra tomar um café quentinho e comer umas bolachinhas cortesia da casa. Nespresso e cervejinha Heineken são pagas separadamente, mas o controle do consumo é baseado na confiança e a cobrança é feita junto com a mensalidade.

Blocktime Coworking
Cozinha compartilhada
Blocktime_Coworking
Que sorte a nossa! Esse foi o lanchinho da tarde

O subsolo é sensacional. É a Bat Caverna: uma área mais ampla, dedicada a palestras e cursos, mas que pode ser usada por qualquer pessoa pra descansar e pensar na vida entre 12h e 14h. Como estivemos lá na primeira semana do ano, o movimento não estava grande, e essa sala estava sendo usada por outros dois empreendedores que também estavam fazendo planejamento estratégico.

Blocktime Coworking
Cadeira de descanso na Bat Caverna

Sério? Um lugar desse vicia a gente! O contato com outros empreendedores é sensacional e o aprendizado diário é multiplicado por umas 10 vezes. Além de todo trabalho legal que nós desenvolvemos, essa experiência serviu pra me deixar com a maior vontade de usar o espaço mais vezes.

E só pra melhorar, descobrimos um restaurante árabe delícia e com preço bem camarada, Esfiharia Hayek, quase do lado do Blocktime. Mas se alguém aqui não gosta de comida árabe (existe alguém nesse mundo, rs?) tem outros pequenos restaurante na mesma quadra. Também tem farmácia, estacionamento, etc, etc, etc. Mas relaxe, eles têm um mapinha show de bola com todas essas informações. Don´t worry!

Foram dois dias de muito trabalho, muitas risadas, muitas novas ideias e, que feliz, estar com dois queridos em um lugar tão bacana fazendo o que a gente mais gosta de fazer.

Por isso, aguardem muitas novidades por aqui em 2016! O ano tá só começando.

Ao João e a Kailana, um superobrigada do fundo do <3!

Trabalhando...
Trabalho, muito trabalho.

Tome nota!

Blocktime Coworking

  • Rua Galeno de Almeida, 188, São Paulo, SP.
  • www.blocktimecoworking.com.br

Ah! Quem se animou, pode agendar um dia gratuito pra usar o coworking. É só mandar um email para coworking@blocktime.com.br e marcar o dia de preferência! Preciso dizer que recomendo?

Veja aqui o que a Ana achou da experiência e veja aqui a opinião do Antônio.

Fotos: Antônio Rômulo, Retrip

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